No início dos anos 2000, quando a pesquisadora Tatiana Sampaio, vinculada à Universidade Federal do Rio de Janeiro, passou a investigar mecanismos biológicos de regeneração neural, descobriu o potencial da laminina (proteína fundamental para o crescimento dos neurônios na fase embrionária).
Ao longo dos anos, a pesquisadora e sua equipe passaram a sintetizar, em laboratório, uma versão mais estável e funcional da molécula: a polilaminina, com potencial de estimular a regeneração de axônios em modelos experimentais de lesão medular.
O potencial terapêutico dessa substância, que hoje já foi aplicada em casos clínicos especiais, levou a universidade carioca a depositar pedidos de patente no Brasil e em jurisdições estratégicas no exterior, incluindo os EUA e países europeus.


