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Moro critica silêncio do governo sobre caso e pede voto para Deltan

Última atualização em

21 de setembro de 2026 às

15:04

Candidato esteve em caminhada na CIC, afirma que PT e aliados evitam o enfrentamento nas urnas e diz que “a voz dos paranaenses não será calada”. O candidato ao Governo do Paraná Sergio Moro (PL) participou, nesta segunda-feira (21), de uma caminhada pela Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Durante o percurso, conversou com moradores, comerciantes e trabalhadores de uma das regiões mais populosas da capital e de um dos principais polos econômicos e industriais do Estado.

Além de apresentar suas propostas para o Paraná, Moro manifestou solidariedade a Deltan Dallagnol e criticou a decisão que suspendeu os atos de campanha do candidato ao Senado. Para Moro, a medida busca retirar novamente Deltan da disputa sem permitir que os paranaenses façam sua escolha nas urnas.

“Quebraram todas as regras para proibir o Deltan de fazer campanha e tudo se encaminha para tirá-lo do jogo mais uma vez. Não querem nos enfrentar nas urnas, no voto. É revoltante o que o PT e os amigos de Lula estão fazendo”, afirmou.

Moro também criticou o silêncio do governador e de seu candidato diante do caso. “Não ouvi uma palavra do governador nem de seu candidato. Esse silêncio é revelador. Todo o Paraná sabe de que lado estão a verdade, a justiça e a coragem nesta eleição”, declarou.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também se manifestou sobre a decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que suspendeu os atos de campanha de Deltan Dallagnol (Novo-PR). Em suas redes sociais, ela publicou uma mensagem de apoio ao candidato: “Força, Deltan. Impeachment de ministro violador de lei já!”.

Moro afirmou que o momento político exige união para enfrentar o PT e a máquina política. Ao final, pediu diretamente o apoio dos eleitores à candidatura de Deltan ao Senado.

“Para lutar contra o PT e contra a máquina, peço o voto dos paranaenses em Deltan 300. A voz do Paraná não será calada. Ela será ouvida nas urnas”, concluiu Moro.

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