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Abelhas sem ferrão transformam escolas do Paraná em laboratórios ambientais

Última atualização em

21 de outubro de 2025 às

12:31

Nas escolas estaduais do Paraná, as abelhas sem ferrão deixaram de ser apenas tema de aula para se tornarem protagonistas da aprendizagem. Em colégios da rede estadual como o Júlia Wanderley e o Leôncio Correia, em Curitiba, as colmeias instaladas nos pátios, nas árvores e até nas paredes viraram parte da rotina dos alunos. Entre as atividades que passaram a fazer parte da rotina de aprendizagem está a alimentação das colmeias, o estudo do comportamento das espécies e o equilíbrio da natureza.

A iniciativa surgiu da proposta de Educação Socioambiental Interdisciplinar, integrante da grade curricular dos alunos do Ensino Médio, que usa a criação de abelhas nativas como porta de entrada para o ensino sobre biodiversidade, sustentabilidade e ciência.

Segundo o professor Gabriel Portugal, do Colégio Estadual Leôncio Correia, o projeto tem mobilizado meninos e meninas em prol da preservação ambiental e do conhecimento da natureza. “Nós temos 12 caixas de abelhas na escola e já mapeamos seis colmeias que se desenvolveram naturalmente no terreno da escola. São cerca de 4 espécies diferentes que criamos há cinco anos, tendo como maior objetivo ensinar os alunos sobre os benefícios e importância ecológica deste tipo de ecossistema”, conta o professor.

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