Fornecedores afirmam ter mais de R$ 30 milhões a receber do Consórcio Nova Ponte. Enquanto empresas recorrem ao Judiciário, consórcio atribui atrasos ao desequilíbrio econômico-financeiro do contrato, tema que já é alvo de questionamentos do Tribunal de Contas do Estado.
A Ponte de Guaratuba, apresentada pelo Governo Ratinho Junior como o maior símbolo da infraestrutura paranaense nas últimas décadas, volta ao centro das atenções. Desta vez, não pela engenharia ou pelo fim da histórica travessia por balsas, mas por uma disputa financeira que ameaça prolongar os desdobramentos da obra mesmo após sua inauguração.
Empresas e fornecedores que participaram da construção afirmam ter cerca de R$ 30 milhões a receber do Consórcio Nova Ponte. Segundo relatos, os pagamentos deixaram de ser realizados a partir de fevereiro deste ano, atingindo desde grandes prestadores de serviço até pequenas e médias empresas que atuaram diretamente no canteiro de obras.


